Assim como enjoamos da fachada da nossa casa, tem gente que também gosta de mudar a “cara” do próprio carro. E uma solução para isso é o chamado envelopamento. Mas antes de tomar essa decisão é bom esclarecer algumas dúvidas.

O especialista em envelopamento automotivo Marco Antonio Paes garante que esse recurso não estraga a pintura do veículo e até a protege de pequenos arranhões. Ele explica que, às vezes, a tinta ou verniz podem sofrer alterações, mas isso acontece apenas em veículos que já foram retocados.

“O envelopamento permite que o proprietário personalize o veículo de acordo com seu gosto, podendo até mesmo mudar a cor do carro”, ressalta.

Atenção: em caso de alteração na cor do veículo, é preciso, imediatamente, solicitar um novo Certificado de Registro de Veículo (CRV). De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), são consideradas alterações de cor aquelas realizadas através de pintura ou adesivamento em área superior a 50% do veículo, excluídas as áreas envidraçadas.

Outra dúvida esclarecida pelo especialista é a de que o envelopamento pode sim ser retirado depois.

“O ideal antes de envelopar é encerar o carro, isso facilitará a sua remoção posteriormente. O uso do vinil importado também facilita a remoção, não deixando cola”, destaca Marco Antonio Paes.

De acordo com ele, para não comprometer a pintura, o prazo de duração do adesivo é de 2 a 3 anos para materiais nacionais e de 5 anos para material importado.

“Esse prazo varia de acordo com o cuidado do veículo. Se for num carro que fica 24 horas exposto ao sol e à chuva, é claro que o adesivo vai ficar menos tempo do que em um veículo que fica numa garagem coberta”, compara o especialista.

E quanto à limpeza, a manutenção pode ser feita normalmente com detergente ou sabão neutros. Marco Antonio ressalta que os carros com cores brilhantes podem ser encerados sem uso de máquina, manualmente, apenas com flanela.

envelopamento

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